domingo, 13 de novembro de 2016

Sem Emenda - As Minhas Fotografias


Sala de leitura da Biblioteca Pública de Boston – Também se poderia dizer “A tramp in a Library”. Mas é melhor evitar alusões e mal entendidos! A imagem pode resumir muito. Não creio que haja muitos países no mundo onde eu pudesse fazer esta fotografia, encontrar um mendigo (será um Sem abrigo ou Homeless, um Vagabundo ou Bum…) numa biblioteca pública, a escolher os seus livros para ler, a seleccionar os vídeos para ver e os CDs para ouvir. Lá fora, na rua, era Inverno e fazia frio a valer: vários graus negativos. As ruas estavam cobertas de neve. Dentro desta Biblioteca Pública, as grandes salas de leitura do rés-do-chão estão abertas a toda a gente. Nos andares superiores, há instalações para investigadores, universitários e leitores de documentos especiais. Mas aqui, a abertura total é surpreendente e atraente. Crianças e famílias, jovens e velhos, mendigos e artistas. Os livros das estantes são para serem retirados directamente, sem requisição nem funcionários de permeio. O silêncio é total. O respeito pelos outros é a regra. Dá prazer ler e estudar!

DN, 13 de Novembro de 2016

9 comentários:

bea disse...

Um exemplo a seguir e de que estamos longe. Os nossos homeless talvez se habituassem se fossem recebidos como toda a gente, à vontade.

Sílvia Carmo disse...

Espero que este leitor conheça a existência de Portugal e a sua localização no mapa. Diz quem sabe que a maioria dos norte-americanos conhece apenas o seu país e reconhece um ou outro país amigo. O resto é paisagem.

Mas foi através da fotografia que, no início do século XX, os políticos norte-americanos foram confrontados com a realidade existente no interior dos Estados: a miséria absoluta de famílias brancas nos campos e fábricas de algodão. A América viu-se ao espelho e não gostou. Nessa altura, a fotografia revelou-se um instrumento importante e indispensável à transformação da sociedade norte-americana. Depois, o cinema e a televisão fizeram o resto. Resta saber se, agora, se revêem na sociedade que entretanto construíram.

Cristovão d' Orey disse...

Já enjoam os dislates da sabichona Sílvia Carmo. Arrogante, mal-educada, complexada, com todos os tiques da “Esquerda Caviar”, destila veneno por todos os poros.

Cristovão d' Orey disse...

Confesso que muito reflecti sobre esta comentadeira de pacotilha e cheguei à conclusão que, se fosse pela regra da ignorância, esta abelhuda teria sido condecorada pelo Cavaco Silva.

Cristovão d' Orey disse...

“Diz quem sabe que a maioria dos norte-americanos conhece apenas o seu país e reconhece um ou outro país amigo. O resto é paisagem.”

Oh Silvinha! A menina está mesmo convencida que 319 milhões de americanos são retardados mentais!? Tss Tss...

Cristovão d' Orey disse...

Outro disparate da Silvinha... "Mas foi através da fotografia que, no início do século XX, os políticos norte-americanos foram confrontados com a realidade existente no interior dos Estados (...)".
A menina deu-se conta que a FSA só foi criada em 1937? Emprenhar pelos ouvidos também requer alguma inteligência, sabia?

Sílvia Carmo disse...

d'orey, larga o tintol!

Sílvia Carmo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Cristovão d' Orey disse...

Sílvia, mais vale tinto do que bagaço marado!
Tente ter tino e alguma elevação, evitando o despenhadeiro no reles.