domingo, 7 de novembro de 2010

Luz - Varredor, Cemitério dos Prazeres, Lisboa

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Ao contrário das ruas de Lisboa, as do cemitério dos Prazeres estão sempre impecavelmente limpas! (1995)

1 comentário:

Alexandra disse...

Varremos a Vida a velocidades diferentes como se o Tempo não fosse.
Varremos o Tempo para dentro da memória e depois é como se tudo se passasse apenas dentro daquilo que parece ter sido.
Ou não.
E outras vezes, varrer é a própria Vida, a única velocidade, a verdadeira memória.
Ou não.