domingo, 21 de janeiro de 2018

Sem Emenda - As Minhas Fotografias

A Fundação Champalimaud, à beira Tejo, em Lisboa – Pelo local e pela forma do edifício, a alusão ao mar é inevitável. Este navio em terra trouxe valor a uma margem do rio que, ano após ano, século após século, se enriquece com edifícios interessantes e obras notáveis. O sítio é de tal modo carregado que, mesmo depois de décadas de abandono, sempre ali se volta e o sentimento de permanência é inevitável. Depois da Torre de Belém, dos Jerónimos, do Terreiro do Paço, do Padrão das Descobertas, do Parque das Nações e da Torre de Controlo Marítimo de Pedrouços, esta Fundação marcou o seu lugar com força e ousadia. Depois dela, o MAAT e o Terminal de Cruzeiros de Santa Apolónia estão igualmente aí para afirmar que a Lisboa ribeirinha, o estuário, o mar da Palha e a foz do Tejo formam, no seu conjunto, uma verdadeira maravilha. Pelo edifício e sobretudo pelo que se passa lá dentro no domínio da investigação, esta Fundação é obra importante e gesto raro na nossa história.

DN, 21 de Janeiro de 2018

2 comentários:

Olívia Muniz disse...

É muito giro.
Um beijinho grande*
Vinte e Muitos

bea disse...

É na verdade uma zona muito bonita de Lisboa. E a fundação faz trabalho meritório. E também se faz pagar muito bem pelos serviços clínicos que presta.